Em um projeto apoiado pelo governo que visa acalmar a relação entre os paÃses, 10 historiadores de cada paÃs em conjunto revisaram a história das relações China -Japão em mais de 2.000 anos.
No entanto não foi possÃvel resolver as diferenças sobre as controvérsias de eventos modernos, em destaque o Massacre de Nanquim (13 de dezembro de 1937, até o inÃcio de fevereiro de 1938).
Em três anos de estudos e um relatório com 549 páginas, os dois lados concordaram que a Guerra Sino-Japonesa 1937-1945 foi um “ato de agressão”, desencadeada pelo Japão. {O Japão pede desculpas}.
Mais não houve concordância, relativa a quantidade de mortos no massacre, o lado chinês afirma que houve mais de 300.000 mortos no massacre, já o lado japonês aponta várias estimativas tais como 20.000 , 40.000 e até 200.000.
Falando do Massacre eu que fiz uma exelente leitura no Wikipédia e aconselho {Massacre de Nanquim}, dou ênfase nos seguintes parágrafos:
[1] Sabe-se que as estimativas {mais de 200.000} não são exageradas pelo fato de que diversas sociedades que prestavam serviços como enterros e outras organizações contaram mais de 155.000 corpos. A maioria deles, relatou-se, estavam com as mãos amarradas atrás de suas costas. Estes números não levam em conta os corpos que foram destruÃdos pelos incêndios, jogados no Rio Yang-Tsé, ou eliminados de outra maneira pelos japoneses.
[2] FONTES OFICIAIS : Além disso, em 12 de dezembro de 2007 documentos recém-liberados pelo governo americano revelaram uma contagem adicional de cerca de 500.000 na área ao redor de Nanquim, antes que a mesma fosse ocupada.
A cultura japonesa, é conhecida por seus peculiares costumes, muitas vezes divino de se ver como os Leques | Budismo | Tatuagens entre outros. Até nas mais estranhas inspirações, a perfeição de retoques, e a riqueza em detalhes, fazem a criatividade se destacar.
Com personagens e atitudes bem conhecidas, imergentes na cultura japonesa, as macabras, porém instigantes imagens abaixo, definem {no meu ponto de vista} o machismo, o amantético dos japoneses pelas estudantes, e o sadismo misturado ao Self-injury.
Do japonês {Ori de Oru = dobrar | Gami de Kami = papel}, é a arte tradicional japonesa, que consiste em criar representaçoes de objetos ou seres, com dobras geométricas em um papel.
Praticado desde o PerÃodo Edo (1603-1897), a cultura Origami, carrega algumas crenças, ente a mais conhecidas
aquele que fizer mil origamis da garça de papel japonesa (Tsuru) teria um pedido realizado – crença esta popularizada pela história de Sadako Sasaki, vÃtima da bomba atômica.
O leque está presente na vida dos japoneses desde o nascimento, passando por momentos importantes como o casamento, até o funeral.
Mesmo com toda a alta tecnologia atual, o leque continua a exercer grande influência no cotidiano do povo japonês. Aqui no arquipélago é costume levar a criança, um mês após seu nascimento, para fazer a primeira visita a um santuário. Trata-se de um ritual conhecido como por omyamairi. Na ocasião, os pais trazem um leque {suehiro ogui}, solicitando aos deuses que concedam ao bebê um crescimento saudável. O leque também faz parte das comemorações do terceiro, quinto e sétimo aniversários, conhecidos por hichigosan.
- Nas escolas;
- Nos treinamentos de recitais {yokyoku};
- Na dança {odori};
- Na música {ongyoku};
- Na cerimônia do chá {sado};
- Arranjos florais {kado}
Inaugurada em Tokyo, na Meiji University, a Biblioteca de Mangá e Subculture, em homenagem ao crÃtico de mangá Yonezawa, com as mais tradicionais revistas em quadrinhos, textos de vários autores dos quadrinhos românticos para o público feminino, populares há quase 50 anos.
Com mais de 140.000 itens estocados no Memorial Yoshihiro Yonezawa, a maioria dos livros publicados no Japão na década de 1960, a Universidade está se preparando para concluir a Biblioteca de Mangá até 2014, como uma das maiores do mundo.
Em meados de novembro, a Editora Jiyu Kokuminsha liberou sua lista anual das 60 expressões mais populares usadas no Japão no ano de 2009. As palavras e frases, foram escolhidos de acordo com a importância e destaque, que refletem algumas das principais tendências obtidos na mÃdia e entre a população japonesa, relacionados à polÃtica, economia e cultura pop.
A partir desta lista, 10 expressões japonês mais representativas e elegantes, foram escolhidas nesta terça-feira [1dezembro] em Tokyo, com uma cerimônia de premiação para os vencedores do U-Can Shingo Ryukogo Taisho, com destaque para “Seiken kotai” [mudança de regime], frase que foi muito usada pelo Primeiro Ministro japonês,Yukio Hatoyama, durante sua campanha eleitoral.
A primeira capital japonesa é o lar da estátua de BUDA mais antiga do Japão e onde há pedras misteriosas, e completa seus 1.400 anos.
Asuka, uma pequena cidade localizada no interior da provÃncia de Nara, com pouco mais de 6 mil habitantes, e que num passado remoto, ela foi o principal povoado do arquipélago.
Graças a antiga capital, Asuka tem sido conhecida como um bom lugar para fazer turismo, especialmente para os amantes da história.
O mais antigo Templo do Japão, construÃdo em 596 da era cristã por Soga no Umako, lÃder da influente famÃlia Soga, na época. Ele foi destruÃdo por dois incêndios em 887 e 1196, ficando em ruÃnas por longos séculos, até sua modesta reconstrução, em 1632, que equivale a apenas 20% da área original.
Na época de sua fundação, o complexo contava com um pagode de cinco telhados, cercado por três enormes pavilhões e por um corredor coberto que circulava toda a área.
A imagem principal do templo é uma gigantesca estátua de Buda sentado, construÃda em bronze, com quase 3 metros de altura. Ela é considerada a mais antiga estátua de Buda do arquipélago e foi construÃda em 609 por Tori Busshi, com a ajuda de especialistas de Kudara [atual Coréia], utilizando 15 toneladas de bronze e 30 quilos de ouro para o revestimento.