Yukio Hatoyama, (Primeiro Ministro) do Japão fez alguns comentários neste sábado 14, à margem de uma Reunião de Cúpula Ásia-Pacífico, sobre a política do país em relação aos estrangeiros que se instalam e trabalham no Japão.
Aparentemente no que se trata (imigrantes) há um sinal de mudanças futuras, isso seria muito bem vindo aos brasileiros, e todos os estrangeiros que aqui residem.
Em matéria de imigração, o Japão tem um dos controles mais rigorosos do mundo, e Hatoyama admitiu que abordou uma questão ‘’sensível”.
Assim como a introdução de políticas pró-família, dando apoio à educação das crianças oferecendo incentivos financeiros às famílias, o Japão deve encorajar os imigrantes a viverem e trabalharem no país, como opção, uma vez que enfrenta problemas de envelhecimento da população e baixa taxa de natalidade.
Disse também que, o país deveria tornar-se mais atraente aos migrantes, para que mais e mais migrantes venham a viver e trabalhar no Japão, incluindo os turistas.
”Eu não tenho certeza se posso chamar isso de política de imigração, mas o importante é criar um ambiente amigável para pessoas de todo mundo, para que eles possam viver no Japão voluntariamente”, disse Hatoyama.
Se você é uma das pessoas que ainda pensa em trabalhar no Japão, é interessante conhecer as exigências para se poder trabalhar no país.
Para trabalhar no Japão, o estrangeiro precisa estar com toda a documentação certa, de acordo, com a Lei de Controle de Imigração.
O campo de trabalho é limitado para as pessoas que entram no país com visto específico,que são os casos de professores, artistas, especialistas em humanidades, técnicos, pesquisadores, e outros, que poderão ter dificuldades na hora de alterar a qualificação, para mudar de atividade.
Existem pessoas que vêm ao Japão com intuito de trabalhar, mas com o visto de curta permanência para posterior alteração, enfatizo que, é um grande erro,pois podem ser barradas pelo Departamento de Imigração ao desembarcarem no país, ou ter o pedido de mudança do visto, recusado.
Independente da nacionalidade, todo o trabalhador no Japão, tem os mesmos direitos que um trabalhador japonês e está amparado pela legislação japonesa.
A maioria dos brasileiros que trabalham no Japão, desconhecem seu direito de receber o benefício, no caso de acidentes de trabalho, e não sabem como exigi-lo. Na maioria das vezes, o funcionário acidentado acaba arcando com todas as despesas do hospital, pois ninguém, nem a própria empreiteira dá assistência, é lógico que há exceções. Desta forma, o melhor é estar por dentro de todas as leis.
Adquira conhecimentos seja ele qual for, faça dele um amigo inseparável, você não tem nada a perder!!
O presidente Hisaki Sakamaki, da Canon Eletronics, uma subsidiária da Canon Inc., decidiu implantar um novo método de se trabalhar, retirando as cadeiras e computadores da sua empresa, em Saitama.
Segundo o presidente, que também é o autor do livro ”Removendo cadeiras e computadores irão melhorar o seu negócio”. Esse método trás muitas vantagens, pois vai manter os empregados mais ativos, facilitando a comunicação entre eles, reduzindo o tempo necessário para resolver as questões em reuniões, economizando espaço e poupando custos.
Se não bastasse, ainda tem um outro detalhe importante para ”Kaisen” [melhoria],termo usado dentro da cultura empresarial japonesa para expressar a necessidade de melhoria continuamente, foi projetar corredores com sensores que captam a velocidade que cada um dos funcionários caminham.
A velocidade mínima a partir da pintura azul no chão, é de 5 metros para cada 3 ~ 6 segundos, caso contrário um alarme é disparado e assim facilitando o presidente de estar sempre por dentro das ocorrências sem precisar sair de sua sala, já que a fábrica é muito grande.
Isso no caso de funcionários japoneses, imaginem se fossem estrangeiros [!!]